Quanto à história de dois posts atrás aconteceu que, como se não bastasse o Marcos, o arquiteto, surgir no bar em que eu estava no exato momento em que uma amiga e eu comentávamos sobre ele, instantes depois chegou o seu amigo Lúcio, daquela minha história antiga. Sério, gente, como proceder? Eu realmente não sabia com que cara olhar para o Lúcio depois de ter ficado com o amigo dele e não queria deixar de cumprimentar o Marcos depois de termos tido um lance tão legal; eu não queria parecer esnobe, sabe? Mas cumprimentar os dois ao mesmo tempo seria informação demais pra minha cabeça, então fiquei ali na minha, sem tomar nenhuma atitude, enjoying the embarassment.
Nesse meio tempo, percebi que agora essa história é só com o Marcos, não adianta. Tudo aquilo que desabafei aqui outro dia, sobre ter vontade de um dia ficar de novo com o Lúcio para fazer as coisas direito, não cabe mais, ficou no passado. Com o Marcos eu tive um relacionamento de uma noite muito mais maduro, a gente trocou idéia, não foi só pegação. Risos.
Depois de eu tirar essas conclusões, o destino resolveu colaborar: Lúcio foi embora do bar.
Pouco tempo depois, criei coragem e fui falar com o Marcos. Não com a intenção de ficar com ele, só queria quebrar o gelo e dar um oi, pra não ter que ficar fingindo que não vi ou que não conheço depois, sabe? Detesto isso!
Então fui lá, o chamei, ele se virou, me deu um abraço e não me soltou, quis conversar de pertinho. Perguntei "e aí, como estão as coisas?" Brinks, perguntei como anda o trabalho, rs, um pouco menos amplo. E conversa vai e conversa vem - não tão fluentemente assim - ele solta: "Você veio falar oi, mas também não quer nada comigo."
Que vergonha. Preciso MESMO dar uma resposta?? Que ansiedade a desse moço! Se for pra gente ficar de novo qualquer dia, ok, mas não quero me concentrar em envolvimento amoroso agora.
Tentei falar isso mais ou menos, mas as coisas ficaram meio vagas ainda.
De qualquer forma, trocamos mais alguns beijos ali.
Nenhum comentário:
Postar um comentário